
Os vegetais retiram o dióxido de carbono da atmosfera, transformam o carbono em energia e liberam oxigênio. Esse processo, que se chama Absorção de Carbono, é uma maneira de diminuir os gases de efeito estufa.
O Crédito de Carbono é um bônus, é uma espécie de moeda ambiental, um compromisso de reduzir a emissão dos Gases do Efeito Estufa (GEE) ou direito de poluir.
Pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Kyoto países industrializados podem financiar projetos que evitem ou reduzam a emissão de gases de efeito estufa em países em desenvolvimento, como o Brasil, conseguindo com isto créditos de redução de emissão que podem ser usados para cumprimento de suas metas de redução de gases estufa.
Precisamos de mudanças estruturais na economia que efetivem a substituição do uso de petróleo, gás natural e carvão mineral por fontes renováveis e mais limpas de energia, como:
Ø Energia Solar;
Ø Energia Eólica;
Ø Biogás de Aterros Sanitários;
Ø Álcool;
Ø Biodiesel
Combustíveis Renováveis derivados de óleos vegetais como:
Ø Girassol;
Ø Mamona;
Ø Soja;
Ø Algodão;
Ø Babaçu;
Ø Palma;
Ø Amendoim;
Ø E demais Oleaginosas ou de Gorduras Animais.
O que é o comércio de emissões?(Protocolo de Kyoto)
Ø O comércio de emissões consiste em permitir que países compram e vendam cotas de emissões de gás carbônico
Ø Dessa forma, países que poluem muito podem comprar "créditos" não usados daqueles que "têm direito" a mais emissões do que o que normalmente geram.
Ø Depois de muitas negociações, os países também podem agora ganhar créditos por atividades que aumentam a sua capacidade de absorver carbono, como o plantio de árvores e a conservação do solo.
Os países devem desenvolver suas economias de forma ambientalmente sustentável com desenvolvimento de projetos como:
Ø Conservação e racionalização da produção e do uso de energia;
Ø Recuperação de áreas degradadas;
Ø Desenvolvimento da agricultura sustentável;
Ø Diminuição do desmatamento e queimadas;
Ø Promover o manejo sustentável de florestas nativas.
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