
A falta de planejamento dos centros urbanos contribui de forma negativa na arborização das cidades, porque as pessoas têm receio dos acidentes provocados pelas árvores (destruição de calçadas, muros, redes de água e esgoto, rachaduras, queda sobre carros e casas), que inclusive podem ser fatais.
Há necessidade de compatibilizar a arborização com:
Ø Sistema elétrico;
Ø Abastecimento de água;
Ø Esgotos;
Ø Sinalizações;
Ø Edificações.
Para evitarmos problemas, devemos, escolher espécies próprias para calçadas, praças ou jardins, adquiridas junto ao órgão ambiental do município.
Para calçadas devemos usar espécies com raiz pivotante e de pequeno porte (4 a 5 metros) tais como:
Ø Cerejeira ornamental – Prunos sp
Ø Ipê-Rosa-Anão – Tabebuia avellanedae
Ø Jasmim Manga – Plumeria alba
Ø Resedá – Lagerstroemia indica
Ø Ipê-de-Jardim – Stenolobiun stans
Ø Murta – Murraya exotica
Ø Manacá-de-Jardim – Brunfelsia uniflora
Ø Espirradeira – Nerium oleander
Ø Algodão-de-Praia – Hibiscus pernambucencis
Ø Urucum – Bixa orellana
Ø Hibisco – Hibiscus rosa-sinensis
Ø Rabo-de-Cotia – Stifftia crysantha
Árvores de porte médio (5 a 8 metros) para calçadas largas sem fiação:
Ø Ipê do Cerrado – Tabebuia sp;
Ø Quaresmeira – Tibouchina granulosa;
Ø Aroeira – Schinus molle;
Ø Sabão de Soldado – Sapindus saponaria;
Ø Magnólia Amarela – Michaelia champaca;
Ø Pata de Vaca – Bauhinia sp.
Algumas espécies, podem absorver gases poluentes, exemplo :
Ø Araçás;
Ø Chuva de Ouro;
Ø Quaresmeira;
Ø Goiabeira da Serra;
Ø Manacá da serra;
Ø Goiabeira;
Ø Sibipiruna.
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